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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Coleção Literária Besouro recebe contos para seu 6º Volume #VoaBesouro

Prontos para mais 1 Besouro? #VoaBesouro

Envie Seu conto para o email producaosuburbana@gmail.com

O Conto dever ser direcionado para o publico infanto-juvenil (7 a 13 anos), com temas sobre a cultura negra, africanidades e indígena. Os textos devem conter 5.000 Caracteres e serem inéditos!

Todos os textos serão ilustrados por grafiteiros convidados pelo projeto.

Prazo de envio 6 de Janeiro a 1 de Fevereiro de 2016

Serão selecionados 2 textos que farão parte do 6º Volume da coleção literária besouro, com previsão de lançamento em Março desse ano!

A coleção Literária Besouro é uma serie com 10 livros que tem como objetivo discutir e trazer possibilidades de diálogos para crianças e adolescentes sobre as culturas negras e indígenas, por meio da literatura infantil e infanto juvenil. O projeto existe desde 2012, já publicou 5 livros com mais 11 escritores e 6 ilustradores. Alem da publicação e distribuição gratuita dos livros a coleção realiza encontros de formação com educadores e roda de leitura com crianças e adolescentes da rede publica de ensino. A coleção besouro tem sua atuação pautada pelos desafios da implementação da lei 10.639/03.

Maiores Informações producaosuburbana@gmail.com
www.literaturasuburbana.blogspot.com.br  - www.colecaobesouro.com.br


segunda-feira, 28 de julho de 2014

#VoaBesouro Indique uma Escola para receber atividades da Coleção

Salve Amigos (as), Irmãs e Irmãos, neste segundo semestre todas as terças feiras a coleção besouro estará em uma escola realizando Jogos africanos, roda de leitura e brincadeiras com distribuição dos livros da coleção.
Você pode nos ajudar a fechar essa agenda e expandir o debate e inclusão das questões africanas e indígenas nas escolas, indique uma escola! Nos mande um email com Nome da escola, telefone e contato de referência. Email: producaosuburbana@gmail.com

Contamos com vocês
Mais Informações Israel Neto (11) 34275363 (11) 994466214
www.colecaobesouro.com.br


quarta-feira, 26 de março de 2014

#VoaBesouro Lançamento da Coleção Besouro na Biblioteca Brito Broca

No Próximo dia 31, segunda feira, as 19h estaremos junto com os irmãos e irmãs do Sarau Elo da Corrente Lançando os livros da Coleção Besouro na BiBlioteca Brito Broca na Avenida Mutinga, 1425, lá em Pirituba. Venha conhecer a coleção e o trabalho do Elo da Corrente no Porjeto Veia e Ventania.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

#VoaBesouro “Cantos, Contos e Cantos” – primeiro Audiobook da Coleção Besouro

O Primeiro AudioBook da coleção literária Besouro traz os Poetas Emerson Alcalde, Lu’z Ribeiro, Michel Yakini, Raquel Almeida, Samanta Biotti e Israel Neto interpretando e narrando maravilhosas histórias escritas por Santiago, Michel e Yakini. Essa viagem vai desde lembranças da infância, o mundo Indígena e o ambiente infanto juvenil da escola. 
Ponha seu fone no ouvido e viaje conosco!
Mais informações www.colecaobesouro.com.br
 Disponibilizamos aqui um dos ÁUDIOS do CD pra vocês conferirem...
Bora ouvir e viajar nessa bela história!

terça-feira, 12 de março de 2013

Contribua com a Coleção Literária Besouro para sua 2ª Edição

O Projeto Coleção Literária Besouro tem como foco a difusão da literatura infanto juvenil com um outro olhar, pensando nisso o projeto Publicará 1 Livreto de literatura infantil com o foco na cultura negra e indígena, realizando oficinas e eventos em escolas da Brasilândia aproximando as manifestações artísticas afro-brasileiras do ambiente escolar.

Veja como contribuir no site: http://benfeitoria.com/colecaobesouro
Assista ao Vídeo e conheça melhor o projeto

Objetivos a serem alcançados: 
Objetivo Geral: 
Estimular a produção de literatura negra Infanto juvenil publicando 1 livreto, disseminando essas publicações nas escolas da vila Brasilândia por meio de eventos culturais e rodas de leitura. O projeto também tem como Objetivo incentivar os escritores da periferia a produzirem e publicarem esse gênero literário. 
Objetivos específicos: 
• Publicar 1 livreto infanto-juvenil de contos com a temática da cultura negra e/ou indígena; 
• Estimular a leitura e escrita dos participantes por meio de rodas de leitura e oficinas; 
• Aproximar a comunidade escolar das culturas afro-brasileiras e indigenas (Dança, capoeira, literatura, música), por meio de eventos; 
• Incentivar a publicação de materiais infantis de literatura negra; 
Plano de trabalho: 
O projeto Acontecerá da seguinte forma: 
Seleção, Produção, Edição, Revisão e Diagramação dos Livretos: Após seleção dos textos e adaptação dos mesmos, eles serão ilustrados, pela grafiteira Ziza. Todos os livretos e Áudio Livro serão diagramados levando em conta o publico alvo que são Crianças e Adolescentes. 
Impressão do Livreto: Após todo o processo de revisão e diagramação, enviaremos o material para impressão, os Livros sairão no seguinte formato: Tamanho 21 X 15 cm (fechado), 16 Paginas, em Papel Couchê 150g, 1 dobra e 2 grampos. 
Lançamento do Livro: O projeto realizará 2 Lançamentos do Livreto em escolas diferentes com Atividades Culturais como Dança, literatura, Música. O propósito do evento é apresentar o livro e reunir pessoas ligadas a cultura para dialogarem sobre a importância dos movimentos e produções culturais no espaço escolar. O projeto também realizará de forma espontânea lançamentos do livreto em saraus e espaços culturais. 
Rodas de Leitura: Após o livreto finalizado e lançado, o projeto realizará roda de leitura em 2 escolas da vila Brasilândia. Roda de Leitura: a partir da leitura em grupo do livro debateremos e conversaremos com os alunos das escolas as questões trazidas no conto e no final do encontro propor uma produção coletiva de um conto.
Orçamento:
Impressão 2500 exemplares do livreto: R$1700,00 
Ajuda de custo Oficineiro (pra duas ações): R$200,00 
Ajuda de custo Atrações do lançamento (Dança, Música, Capoeira...): R$ 600,00 
Alimentação (Lançamento e Oficinas): R$300,00 
Ajuda de custo diagramação: R$200,00 
Custo de confecção e envio das recompensas: R$500,00

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Capacitação para Edital Prêmio FUNARTE de Arte Negra

Edital Para Grupos, Artistas, Produtores Negros que trabalham com Circo, Teatro, Música, AudioVisual, Dança e Preservação da Memória. Traga Sua Idéia, Criatividade, Disposição e saia com seu Projeto Pronto para inscrição no Edital! A participação na oficina é gratuita e não há pré-requisitos. Dia 23/02 as 10hs 

A Rede Kultafro e o Núcleo de Cultura Afro-Brasileira do Fórum para as Culturas Populares e Tradicionais em parceria com a Representação Regional do Ministério da Cultura em SP irão oferecer uma capacitação para o Prêmio Funarte de Arte Negra no dia 23/fev/2013 das 10 as 17 horas na FUNARTE – SP – Alameda Nothmann, 1058 – Campos Eliseos – São Paulo – SP. 

Outras Capacitações e Mais Informações http://www.cultura.gov.br/site/2013/01/18/editais-para-produtores-negros-inscreva-se-nas-oficinas-de-capacitacao/

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

"Pelos Ideais e Vida de Abdias do Nascimento" ao Som de Rap com Tião Renascendo das Cinzas e Mano Réu

Ele Foi: Dramaturgo, Poeta, Ex Militar, Professor, Líder Nato, Senador, Deputado e um ORGULHO!
Orgulho, assim definimos a Vida de Abdias do Nascimento, Maior lider negro do século 20, as próximas gerações sem duvida alguma o tratarão com a Mesma Honra que tratamos hoje Zumbi dos Palmares. Abdias não foi menor, desde cedo lutou contra o racismo em todas as suas formas e Jeitos de se aplicar, deixou um legado tremendo foi integrante da Frente Negra Brasileira e do Movimento Negro Unificado, alem de ser Fundador do Teatro Experimental do Negro! Enfim... Hoje que Comemoramos o 10º Aniversário da Lei 10.639/03, dedicamos essa produção abaixo a memória de Abias do Nascimento que sonhava e teve a felicidade de ver a Lei Promulgada ainda em Vida, nos seus quase 100 anos Sua vida ainda é um livro que devemos ler e estudar todos os Dias!
Conheça um pouco da Vida de Abdias do Nascimento com um Rap Feito pro Tião Renascendo das Cinzas e Mano Réu ou Pelo Site http://www.abdias.com.br/ 

Confiram.: 

Abdias do Nascimento - Memoria Negra Brasileira Partic. Tião Renascendo das Cinzas
Homenagem a Abdias do Nascimento
Letra: Tião Renascendo das Cinzas
Produção e Colagens: Mano Réu
Gravado por Israel Neto no Estúdio Play na Poesia






terça-feira, 8 de janeiro de 2013

“10 Anos de Lei 10.639/03 Precisamos avançar..."


Pra alguns educadores e pessoas que acompanham e tem como militância a cultura negra e suas causas, tem na aprovação da lei 10.639/03 a maior conquista do movimento negro na ultima década. E não é por menos, nossos antepassados militantes já pregavam a importância de aprendemos nossas histórias, culturas e heróis sonhavam com este dia. A lei se torna então esse instrumento legislador sobre a difusão, agora oficial, dessas nossas histórias e culturas, já que falamos de Áfricas e não África.


Com a promulgação da lei, surgem dois fatores determinantes para sua implementação, já que no Brasil, algumas leis pegam e outras não. Os Fatores são; “Formação dos Professores (as)” e “Difusão de Materiais Pedagógicos”. Pensando muito sobre isso, trabalhamos na atuação nessas duas linhas, primeiro defendendo que sim, o profissional de educação precisa de formação, cursos de reciclagem, entrada de matérias nos cursos na faculdade e trabalho permanente nas unidades escolares. Atuamos com a disseminação de algumas praticas nossas para algumas escolas da região da Brasilândia, mais especificamente, e também de forma geral por meio de convites e palestras. Acreditamos que a difusão da pratica aguça o interesse e criatividade do professor (a).

Nossa segunda e maior área de atuação é na aplicação de materiais pedagógicos e criação deles, primeiro por meio das oficinas que realizamos, Ora com o Projeto já terminado “Escola da África” e também com oficinas esporádicas de jogos africanos, além de bate papos e rodas de conversa. Também acreditamos e sabemos da infinidade de materiais que escritores e editoras negras lançam no mercado a cada ano, porem o acesso a essas obras é dificultado aos educadores (as), então tentamos aproximar esse material também do corpo docente. Temos realizados de maneira concreta algumas publicações nesses anos de trabalho entre eles a Revista Escritos Negros, o Livro “Amor Banto em Terras Brasileiras” e por ultimo o primeiro Fascículo da Coleção Besouro “Contos de Monadenge”.
Essa nossa ação que queremos e precisamos intensificar mais nestes próximos anos são apenas gotas em um mar que precisa de fato crescer e encher.

Sabemos que ainda temos professores (as) desqualificados para se impor em situações de racismo, aplicar os conhecimentos africanos nas suas aulas, lidar com a diversidade religiosa, enxergar o mundo por outra ótica senão a Europeia. A implementação do plano de diretrizes se faz necessário e a participação de entidades, movimentos, coletivos, artistas, produtores e pessoas ligada à cultura negra é de fundamental importância, pois como todos sabemos as culturas negras, africanas e afro-brasileiras tem a “Oralidade” em seu DNA.  
Termino por aqui celebrando, de maneira tímida, mas celebrando uma década dessa lei que é fruto da luta de vários irmãos (e não digo intelectuais negros), mas irmãos nossos que derrubaram seus sangues, deram sua vida por esta causa, estudaram, viveram para que tivéssemos esse direito fosse garantido. E nosso Papel?
Pressionar, estudar, disseminar, implementar a lei na Pratica!

Asè

Israel Neto – Educador, MC, Escritor e Integrante do Coletivo Literatura Suburbana

Anexos:

PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ETNICORRACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA E AFRICANA - http://www.ifrj.edu.br/webfm_send/271

Revista Escritos Negros 1ª Edição –


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Registro do Encontro Violência de estado, genocídio e extermínio da juventude negra.

Encontro Violência de Estado, Genocídio e Extermínio da Juventude Negra.

O encontro, realizado no dia 18 de julho, reuniu organizações, grupos e pessoas comprometidas com o enfrentamento da violência policial dirigida a jovens – especificamente negros moradores da periferia - no momento em que a política de segurança do governo do Estado de São Paulo, mais uma vez, utiliza a polícia para realizar ataques a civis. Além disso, a atividade questionou a efetividade desta política que supostamente combate o crime organizado, mas na prática aprisiona a juventude negra, manifestando o preconceito social e racial de seus órgãos e responsáveis. Reunindo as diferentes perspectivas (genocídio, extermínio ou violência de estado, por exemplo), buscamos a formação de uma rede para dar sustentação a uma campanha de enfrentamento deste grave problema e para a realização de uma audiência pública na Assembleia Legislativa, com a finalidade de responsabilizar e pressionar o poder público. No total havia 144 presentes, lotando o auditório da Ação Educativa. O encontro contou com considerações iniciais feitas por um defensor e uma defensora pública e um membro da Pastoral Carcerária. Em seguida a fala foi aberta ao plenário para contribuições e propostas de encaminhamento. Ao final foi formada uma comissão para organizar a campanha e a audiência. Além dos nomes apresentados no dia pelos presentes é possível aderir à Comissão manifestando o seu interesse ou de sua organização pelo e-mail gtjuventudesp@gmail.com. 

Principais encaminhamentos: 
Ø Criação da Campanha de Enfrentamento do Genocídio da Juventude Negra 
Ø Será marcada uma reunião da comissão que auxiliará a organização das próximas ações da Campanha. As pessoas interessadas poderão aderir a essa comissão. 
Ø Será feita uma audiência pública, preferencialmente em outubro, na Assembleia Legislativa (com uma segunda proposta de fazer em local de acesso mais fácil) 
Ø A Campanha fará encontros descentralizados nas 4 ou 5 regiões da cidade para ampliar a adesão.
Ø A Campanha será lançada na semana do dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra.

Falas de abertura: 1. Daniela Albuquerque - Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública do estado de São Paulo Aponta a ineficiência e violência da política de Segurança Pública e a gravidade do enraizamento de intervenções ilegais dentro da polícia militar. Segundo ela se transmite a falsa ideia de que existe o mal policial, quando o problema não é de indivíduos, mas da corporação toda. Segundo ela há muitos casos na defensoria de tiros dados por policiais em regiões vitais, o que indica a intenção de matar. Não há regulamentação no Brasil para o uso de arma menos letal. Atualemente a polícia utiliza armas não letais sem critérios claros sobre manifestantes e armas fatais sobre pessoas consideradas suspeitas. A polícia se nega a apresentar à Defensoria as suas normas – definidas pelo procedimento operacional padrão (POP) de cada situação. Daniela convidou os presentes a participar de Audiência Publica para tratar do extermínio de jovens no estado de São Paulo no dia 26 de julho na quinta feira que vem, 14 horas, com Ministério Público Federal (na sede do MPF, Av. Brigadeiro Luis Antônio nº 2.020).
2. José Filho - Pastoral Carcerária / Rede de Justiça Criminal Apresentou 3 pesquisas sobre a prisão provisória, realizadas coma colaboração de 8 organizações que atuam com segurança e direitos humanos. Segundo ele a cada mês entram no sistema carcerário 2,5 mil a 3 mil pessoas em SP, evidenciando uma política de encarceiramento. O perfil das pessoas detidas provisoriamente é de maioria jovem, réus primários, de classe baixa e negra. Grande parte delas sofreu violência policial no momento da prisão. Chama a atenção o fato de que 100% das pessoas detidas pela Guarda Civil Metropolitana sofreram agressões no momento da prisão. Segundo ele os juízes não costumam buscar esclarecimentos mesmo quando o réu se apresenta com evidentes escoriações e ferimentos. 
3. Diego Vale de Medeiros - Núcleo de Infância e Juventude da Defensoria Pública do estado de São Paulo Diz que o tema esteve ausente da Conferência dos Direitos da Criança e do Adolescente. Lembra a importância de que se discuta as medidas socioeducativas. 

Contribuições em plenária:
• Denúncia: Sapopemba tem casos de execução de 3 jovens e outros 3 casos de homicídio policial. 
• Campanha contra a mídia que contribui para o preconceito e para o uso excessivo e criminoso da força policial. 
• Coronel Telhada (ex-comandante da Rota) se vangloria no facebook. Necessidade de entrar nas redes sociais.
• Recurso contra o Ministério Público Estadual pela sua omissão. 
• Lei de iniciativa popular contra o arquivamento de corpos indigentes. 
• Policia Militar não deve andar armada, como indica relatório da ONU. 
• Aproximação com ministério publico democrático, representação dos magistrados e MP para envolvê-los nas ações.
• Parceria com funk par ampliar a campanha. 
• Descriminalização das drogas como uma das propostas. 
• Na audiência pedir uma CPI para discutir e investigar a polícia militar e Secretaria de Segurança Pública.
• Denúncia de graves ocorrências na Unidade de Internação 18 da Fundação Casa 
• Não esquecer do foco no negro. 
• Uso do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência contra a Juventude Negra da Secretaria de Geral da Presidência (Governo federal), que será lançado em novembro, como instrumento importante. Resultado de demanda apresentada na Conferência de Juventude. 
• Redação de carta com metas públicas para o governo estadual, já que ele não assume metas de enfrentamento da violência policial. 
• Lançar Campanha no Dia 20 de novembro. 
• Chamar defensoria e juízes para encampar. 
• Defensoria tem uma ouvidoria externa que pode receber demanda. 
• Sexta de manhã há espaço aberto no Conselho Superior da Defensoria para expor demandas da sociedade. 
• Dezembro há um plano de realizar atividade para trazer práticas exitosas de enfrentamento da violência policial. 
• Na audiência propor acabar com autos de resistência. 
• Investigação da Policia Federal sobre a polícia tem sido usada e poderia ser aplicada em SP. 
• Escola Publica de Artur Alvim aberta para discutir e trazer os jovens • Campanha nas comunidades – ir aos locais. 
• Buscar parceiros internamente e no âmbito internacional (organismos como OEA) • Campanha “tira a mão do nosso companheiro” 
• Buscar jovens do funk, do samba, etc para trazer para o debate, Central de Movimentos Populares e União dos Movimentos de Moradia 
• Audiência no Memorial da America Latina + 4 audiências locais 
• ‘Periferizar’ o debate, reforçando a atuação nas regiões de periferia. 
• Cordão da mentira fará saída do bloco sobre genocídio da juventude negra, com rodas de samba.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Ao Mestre Eduardo de Oliveira com Carinho...

“Sou alguém que jamais deixou de acreditar no poder criador dos poemas" (in Cadernos Negros 29)

Na última quinta-feira, dia 12/7/12, faleceu mais um guerreiro, um poeta, um batalhador cuja biografia não sairá nos grandes jornais, mas que têm muita importância para este país. EDUARDO DE OLIVEIRA, poeta e jornalista, defensor dos direitos humanos e observador das relações raciais no Brasil, foi Vereador em São Paulo.
 Autor de nove livros publicados, deixou em seus primeiros poemas o sabor amargo de não ter conhecido o senhor Sebastião Ferreira e dona Henriqueta de Oliveira, seus queridos pais, mas também deixou nesses poemas uma mensagem de profunda ternura, ao reconhecer a acolhida fraterna que seu pai adotivo, senhor Francisco Salles Prudente Corrêa, sobrinho-neto do Primeiro Presidente Civil do Brasil, Prudente de Moraes, sempre lhe dispensou. A generosidade de Eduardo de Oliveira e sua ação política foram carinhosamente estimuladas pelo grande líder norte-americano Martin Luther King, em carta ao poeta paulista. Eduardo é autor do Hino à Negritude.

domingo, 3 de junho de 2012

Eu sou FAN

Durante nossas andanças em Minas Gerais para divulgação do CD do Mano Réu, fomos prestigiar o Evento "FAN - 6º Festival de Arte Negra de Belo Horizonte" que traz durante um longo tempo "Abril a Junho" varias atrações, oficinas, shows, palestras e exposições sobre a Cultura Negra, passamos pelo parque Municipal onde neste fim de semana rolou varios shows, assistimos o show da Banda "Alternativos" e o Território Hip-Hop com varios Grupos. Iniciativa bacana da Prefeitura de Belo Horizonte e dos coletivos participantes ao valorizar a cultura e contribuições das populações aficanas e afrobrasileiras na formação do povo Brasileiro!!! Nós..
Conheça melhor o Fan http://www.fanbh.com.br/ 







quarta-feira, 25 de abril de 2012

Cotas Sim

 Como todos sabem nós do Coletivo Literatura Suburbana somos a favor das Cotas Raciais e as politicas de Ações Afirmativas, inclusive a Lei 10.639/03 que está em nosso DNA! Por isso propomos um debate mais aprofundado e não superficial sobre as leis das Cotas, sua aplicação e também a função que ela tem num país onde a cor e etnia do cidadão o separam cada vez mais da faculdade e cargos de chefia...
Segue um documento de mili ano que fala sobre os mitos das cotas raciais e a rebate....

Espero que curtam...

OS 10 MITOS SOBRE AS COTAS 
 1- as cotas ferem o princípio da igualdade, tal como definido no artigo 5º da Constituição, pelo qual “todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza”. São, portanto, inconstitucionais. Na visão, entre outros juristas, dos ministros do STF, Marco Aurélio de Mello, Antonio Bandeira de Mello e Joaquim Barbosa Gomes, o princípio constitucional da igualdade, contido no art. 5º, refere-se a igualdade formal de todos os cidadãos perante a lei. A igualdade de fato é tão somente um alvo a ser atingido, devendo ser promovida, garantindo a igualdade de oportunidades como manda o art. 3º da mesma Constituição Federal. As políticas públicas de afirmação de direitos são, portanto, constitucionais e absolutamente necessárias. 
2- as cotas subvertem o princípio do mérito acadêmico, único requisito que deve ser contemplado para o acesso à universidade. Vivemos numa das sociedades mais injustas do planeta, onde o “mérito acadêmico” é apresentado como o resultado de avaliações objetivas e não contaminadas pela profunda desigualdade social existente. O vestibular está longe de ser uma prova equânime que classifica os alunos segundo sua inteligência. As oportunidades sociais ampliam e multiplicam as oportunidades educacionais. 
3- as cotas constituem uma medida inócua, porque o verdadeiro problema é a péssima qualidade do ensino público no país. É um grande erro pensar que, no campo das políticas públicas democráticas, os avanços se produzem por etapas seqüenciais: primeiro melhora a educação básica e depois se democratiza a universidade. Ambos os desafios são urgentes e precisam ser assumidos enfaticamente de forma simultânea. 
4- as cotas baixam o nível acadêmico das nossas universidades. Diversos estudos mostram que, nas universidades onde as cotas foram implementadas, não houve perda da qualidade do ensino. Universidades que adotaram cotas (como a Uneb, Unb, UFBA e UERJ) demonstraram que o desempenho acadêmico entre cotistas e não cotistas é o mesmo, não havendo diferenças consideráveis. Por outro lado, como também evidenciam numerosas pesquisas, o estímulo e a motivação são fundamentais para o bom desempenho acadêmico. 
5- a sociedade brasileira é contra as cotas. Diversas pesquisas de opinião mostram que houve um progressivo e contundente reconhecimento da importância das cotas na sociedade brasileira. Mais da metade dos reitores e reitoras das universidades federais, segundo ANDIFES, já é favorável às cotas. Pesquisas realizadas pelo Programa Políticas da Cor, na ANPED e na ANPOCS, duas das mais importantes associações científicas do Brasil, bem como em diversas universidades públicas, mostram o apoio da comunidade acadêmica às cotas, inclusive entre os professores dos cursos denominados “mais competitivos” (medicina, direito, engenharia etc). Alguns meios de comunicação e alguns jornalistas têm fustigado as políticas afirmativas e, particularmente, as cotas. Mas isso não significa, obviamente, que a sociedade brasileira as rejeita. 
6- as cotas não podem incluir critérios raciais ou étnicos devido ao alto grau de miscigenação da sociedade brasileira, que impossibilita distinguir quem é negro ou branco no país. Somos, sem dúvida nenhuma, uma sociedade mestiça, mas o valor dessa mestiçagem é meramente retórico no Brasil. Na cotidianidade, as pessoas são discriminadas pela sua cor, sua etnia, sua origem, seu sotaque, seu sexo e sua opção sexual. Quando se trata de fazer uma política pública de afirmação de direitos, nossa cor magicamente se desmancha. Mas, quando pretendemos obter um emprego, uma vaga na universidade ou, simplesmente, não ser constrangidos por arbitrariedades de todo tipo, nossa cor torna-se um fator crucial para a vantagem de alguns e desvantagens de outros. A população negra é discriminada porque grande parte dela é pobre, mas também pela cor da sua pele. No Brasil, quase a metade da população é negra. E grande parte dela é pobre, discriminada e excluída. Isto não é uma mera coincidência. 
7- as cotas vão favorecer aos negros e discriminar ainda mais aos brancos pobres. Esta é, quiçá, uma das mais perversas falácias contra as cotas. O projeto atualmente tramitando na Câmara dos Deputados, PL 73/99, já aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, favorece os alunos e alunas oriundos das escolas públicas, colocando como requisito uma representatividade racial e étnica equivalente à existente na região onde está situada cada universidade. Trata-se de uma criativa proposta onde se combinam os critérios sociais, raciais e étnicos. É curioso que setores que nunca defenderam o interesse dos setores populares ataquem as cotas porque agora, segundo dizem, os pobres perderão oportunidades que nunca lhes foram oferecidas. O projeto de Lei 73/99 é um avanço fundamental na construção da justiça social no país e na luta contra a discriminação social, racial e étnica.
8- as cotas vão fazer da nossa, uma sociedade racista. O Brasil esta longe de ser uma democracia racial. No mercado de trabalho, na política, na educação, em todos os âmbitos, os/as negros/as têm menos oportunidades e possibilidades que a população branca. O racismo no Brasil está imbricado nas instituições públicas e privadas. E age de forma silenciosa. As cotas não criam o racismo. Ele já existe. As cotas ajudam a colocar em debate sua perversa presença, funcionando como uma efetiva medida anti-racista.
9- as cotas são inúteis porque o problema não é o acesso, senão a permanência. Cotas e estratégias efetivas de permanência fazem parte de uma mesma política pública. Não se trata de fazer uma ou outra, senão ambas. As cotas não solucionam todos os problemas da universidade, são apenas uma ferramenta eficaz na democratização das oportunidades de acesso ao ensino superior para um amplo setor da sociedade excluído historicamente do mesmo. É evidente que as cotas, sem uma política de permanência, correm sérios riscos de não atingir sua meta democrática. 
10- as cotas são prejudiciais para os próprios negros, já que os estigmatizam como sendo incompetentes e não merecedores do lugar que ocupam nas universidades. Argumentações deste tipo não são freqüentes entre a população negra e, menos ainda, entre os alunos e alunas cotistas. As cotas são consideradas por eles, como uma vitória democrática, não como uma derrota na sua auto-estima, ser cotista é hoje um orgulho para estes alunos e alunas. Porque, nessa condição, há um passado de lutas, de sofrimento, de derrotas e, também, de conquistas. Há um compromisso assumido. Há um direito realizado. Hoje, como no passado, os grupos excluídos e discriminados se sentem mais e não menos reconhecidos socialmente quando seus direitos são afirmados, quando a lei cria condições efetivas para lutar contra as diversas formas de segregação. A multiplicação, nas nossas universidades, de alunos e alunas pobres, de jovens negros e negras, de filhos e filhas das mais diversas comunidades indígenas é um orgulho para todos eles.
Fonte: Laboratório de Políticas Públicas/ UERJ

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Esse tambor é Muito Africano

Demorou, mas ta ai algumas fotos da apresentação do Grupo de Ballet Afro Koteban, aqui na EMEF Morro Grande, no dia 16/11, em comemoração a Consciência Negra. Com uma breve apresentação dos jovens Capoeiristas aqui da escola a atenta platéia de cerca de 40 pessoas, contemplaram logo em Seguida as batidas marcantes, proveniente de pesquisas sobre ritmos e danças do Oeste Africano. Unanimidade, foi a satisfação pela vivência que todas e todos presentes tiveram. Agradecemos ao Koteban, por nos dar essa oportunidade! Aguardamos vocês novamente aqui no Quilombo Brasilândia!



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

VIII MARCHA DA CONSCIENCIA NEGRA

Dia 20 de Novembro de 2011
Concentração às 10 hs no Museu de Arte de São Paulo (MASP), na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo.

No próximo 20 de novembro, um domingo, estará sendo realizada nas ruas de São Paulo a VIII Marcha da Consciência Negra.
Esta marcha vem sendo realizada desde o ano de 2003, no dia Nacional da Consciência Negra, data dedicada ao líder negro Zumbi dos Palmares.

VIII Marcha da Consciência Negra. Um dia de luta contra o genocídio da juventude negra.



AS BANDEIRAS DE LUTAS.

· Contra o genocídio da juventude negra;
· Pelo fim do “Registro de resistência seguida de morte” ou “Auto de resistência” para as execuções sumárias;
· Tipificação dos casos de violência policial que resultem ou não em mortes, como crimes de torturas, conforme a lei 9455/97;
· Instituição de uma CPI das Polícias de São Paulo, que vise desmantelar as milícias, apurar denúncias/crimes e punir responsáveis;
· Combate ao racismo, à discriminação, preconceito, homofobia e machismo;
· Pelo fim da violência doméstica e outras formas de violência direcionadas à mulher negra;
· Garantia dos direitos das trabalhadoras domésticas, em sua maioria mulheres negras;
· Por reparações históricas para a população negra brasileira;
· Pela manutenção do Decreto 4487, que regula a a titulação dos territórios quilombolas em âmbito nacional e a regularização das terras quilombolas no Estado de São Paulo;
· Pelo fim da criminalização dos movimentos sociais;
· 10% do Produto Interno Bruto (PIB) destinados ao orçamento para a educação;
· Implementação da lei 10639/03, que torna obrigatório o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira em nossas escolas;
· Cotas nas universidades públicas do Estado de São Paulo;
· Combate às manifestações racistas, preconceitos e visões estereotipadas da população negra nos meios de comunicação;
· Pelo fim do trabalho escravo;
· Pela livre manifestação das religiões de matrizes africanas;
· Pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salários;
· Pelo feriado nacional e no estado de São Paulo, no dia 20 de Novembro, o dia Nacional da Consciência Negra.

AS HOMENAGENS E OS HOMENAGEADOS (AS) PELA VIII MARCHA DA CONSCIẼNCIA NEGRA

- Abdias do Nascimento
- Candinho
- Tata Pérsio
- Os cinco anos da Lei Maria da Penha
- Os cinco anos da criação do grupo “Mães de Maio”
- As guerreiras: Estamira, Teresa de Benguela e Dina Di
- Os dez anos do falecimento de Milton Santos
- Os vinte anos do falecimento do Padre Batista
- Os oitenta anos da fundação da Frente Negra Brasileira
- Os cem anos do nascimento de Nélson Cavaquinho
- Os trezentos anos da Irmandade do Rosário dos Homens Pretos

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Ballet Afro Koteban aqui no Morro

Dia 16/11 as 19hs Receberemos para uma emocionante e marcante apresentação o grupo de Ballet Afro Koteban, com o espetaculo:"Djandjuma - Nossa Essência", venha participar e conhecer mais essa vertente das culturas afrobrasileiras...
De Graça aqui no Espaço Cultural do Literatura Suburbana
Endereço: Emef Morro Grande
Rua Xavier da Silva Ferrão, 317 - Morro Grande
Próximo a Escola João Solimeo (Estrada do Sabão)



Conheça o trabalho do Koteban www.balletafrokoteban.blogspot.com

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Emei Guia Lopes, sofre ato de racismo por trabalhar o Ensino Étnico Racial

Tivemos a honra de trabalhar com a EMEI Guia Lopes no incio do ano, pensando e trocando idéias sobre o ensino Étnico Racial e como desenvolve-lo, com um ótimo trabalho desenvolvido pela escola, o reflexo do preconceito ta aí.... a escola sofreu um ato de racismo, o muro da escola foi pixado com a seguinte frase “vamos cuidar do futuro de nossas crianças brancas". Segue matéria na integra publicada no blog da Folha...
O Projeto Escola da África e o Coletivo Literatura Suburbana está com a Diretora Cibele Racy, apoiando e fortalecendo seu trabalho...



Escola é Pichada com Suástica



O muro da Escola Municipal de Ensino Infantil (Emei) Guia Lopes, no Limão, na zona norte de São Paulo, foi pichado durante o fim de semana com a frase “vamos cuidar do futuro de nossas crianças brancas”, acompanhada da suástica nazista. Para a diretora do colégio, Cibele Racy, foi uma reação às ações pela igualdade racial. "A Emei tem 430 alunos, de 4 a 6 anos, divididos em classes do ensino infantil 1 e 2. Durante este ano, as questões raciais têm sido discutidas com as crianças, como parte do projeto pedagógico. A festa junina, por exemplo, teve motivos afro-brasileiros. “Foi um sucesso total. Trouxemos comidas e aspectos culturais da África. Tenho vários depoimentos de pais mostrando toda a aceitação”, diz. Segundo a diretora, apesar de bem-recebido, o projeto pode ter despertado reações negativas. “Essa pichação teve um endereço certo. Não foi aleatória. Mexemos numa ferida muito profunda e eu estava até preparada para alguma reação, mas não dessa maneira.”A diretora diz ter ficado surpresa com a manifestação racista. “A escola foi aberta ontem (domingo) para a eleição do conselho tutelar. Quando fui embora, por volta das 19h, passei pelo muro lateral e vi o que estava escrito. Fiquei espantada. Hoje pela manhã já chamei os professores para discutirmos o que seria feito"."Cibele pretende registrar um boletim de ocorrência ainda hoje, mas não só isso. Pretende convidar os pais de alunos para um bate-papo com integrantes de movimentos pela diversidade racial, durante uma reunião pedagógica no período noturno, no dia 10."Além disso, os alunos serão convidados a remover dos muro os símbolos de intolerância, mas de uma forma divertida. “Vamos dizer que sujaram a escola e que precisamos dar um jeito naquilo. As crianças estarão livres para pintar o que desejarem. É uma forma de eliminar completamente essa marca lamentável. O que merece publicidade é o que tem sido feito de positivo aqui.” "Todos os anos, em novembro, o colégio faz uma passeata temática do lado de fora dos muros. A diretora diz que, no próximo mês, a igualdade racial será o tema da manifestação. ">Professora de psicologia da educação da Universidade de São Paulo (USP) Silvia Colello diz que o projeto surtiu efeito, daí a reação. “Foi tão eficiente que as vozes contrárias não conseguiram se calar.” ">Silvia diz também que apagar o muro com o desenho das crianças é algo positivo. “A diretora está dizendo que vai responder de forma pacífica, lutando pela igualdade. Vamos cobrir as marcas da violência com nossa mensagem, com desenhos, com o que temos a dizer.” ">Segundo a professora, na faixa etária dos alunos da Guia Lopes ainda não há manifestação de racismo. “A criança pequena que é branca brinca com a negra sem problema. A discriminação é algo socialmente adquirido.” ">A partir do momento em que for registrado o boletim de ocorrência, o caso deverá ser investigado pela polícia.

A Maria Frô publicou a foto em seu blog: http://mariafro.com.br/wordpress/2011/10/17/como-prometido-as-fotos-da-pichacao-neonazista-na-emei/

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pilula de Cultura Debate Lei 10.639/03 no mês das crianças


Em parceria com a consultoria Afroeducacão que desenvolve projetos culturais, principalmente, com enfoque educacional, tendo afrobrasilidade como tema-chave. Entre as ações da equipe estão à realização de oficinas, cursos de capacitação, embasado na Lei Federal nº 10.639/03 (atual Lei 11.645/08), que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afrobrasileira na educação básica e utiliza conceitos e práticas educomunicativas.
É com esse enfoque que a Roda de conversa será realizada com mediação e participação de Cinthia Gomes, jornalista e educadora, Paola Prandini educadora, Luciana Barbosa, historiadora social, Israel Neto, literário do grupo Literatura Suburbana e Cibele diretora do EMEI Guia Lopes.
O jornalista e escritor Oswaldo Faustino apresentará as histórias de Baloni do Baobá Batucalelê do Balacobaco – ou, simplesmente, Tio Bah – personagem criado por ele no programa infantil Turminha da Hora, da extinta TV da Gente, inspirado nos baobás africano.
Discotecagem com os integrantes do DJovens, Djs Kalfani, Marcel e Murilo.
Encerramento do projeto “Mulheres Multiplicando a Cultura" que foi realizado no centro de São Paulo aos domingos de agosto e setembro, contemplou cerca de 30 meninas/mulheres vindas de várias regiões de São Paulo. A apresentação contará com esquete de Teatro, apresentação de Break, apresentações de Mc e exposição de Graffiti.
O evento vem contribuir com um conjunto de iniciativas interligadas uns aos outros a fim de fortalecer suas ações e é realizado em parceria com a Casa das Caldeiras e Centro Cultural da Espanha em São Paulo, da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento.


Dia: 09/10
Horário: das 16h ás 20h
Local: Casa das Caldeiras: Av. Francisco Matarazzo- Barra Funda
www.casadascaldeiras.com.br
Acesso:Grátis
Pretainfo: (11)2537-6286 (11) 3031-2374
E-mail: feirapreta@uol.com.br
Site: www.feirapreta.com.br / www.feirapreta.ning.com
Realização: Instituto Cultural Feira Preta


Não perca as próximas Pílulas: Nov 20 – Caldeirão do Negão
Vem aí 10ª Edição da Feira Cultura Preta dias 17 e 18 de Dezembro no Centro de Exposições Imigrantes.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Escritor Nigeriano Visita Crianças na EMEI Guia Lopoes

Seguindo o trabalho anual sobre a África a Emei Guia Lopes Levou o Escritor Sunday Ikechukwu Nkeechi, mas conhecido como Sunny para conversar com as crianças. Sunny, foi recebido com muito carinho e curiosidade pelas crianças que encheram o escritor e professor de educação física de perguntas como, se tem índios na África?, como você virou escritor? e se a comida da África é diferente da comida do Brasil?, alem de varias outras perguntas que seguem no vídeo abaixo. Sunny é autor de dois Livros Ulloma e Contos da Lua... Lidos pelas crianças antes de sua visita!
Esse trabalho desenvolvido na EMEI Gui Lopes é fundamental para correção das desigualdades e disseminação e reconhecimento das culturas africanas e afro-brasileiras....
Para conhecer Sunny e seus trabalhos segue seu email: sunnfabe@yahoo.com.br